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SEM A LOIRA EU NÃO FICO

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É, realmente ninguém fica sem a "loira gelada" pode ser de dia ou de noite, no frio ou no calor, ninguém abre mão da cervejinha gelada (com algumas exceções daqueles que não tomam bebidas alcoólicas, mas tem as sem álcool). A cerveja faz parte da vida das pessoas, ninguém percebeu que a qualidades das marcas das mais variadas, além das famosas centenárias, nunca se ouviu falar de que alguém fosse contaminado com bactérias ao saborear uma cerveja e morrer, como aconteceu com a famosa "loira mineira" que culminou com o fechamento da cervejaria mais famosa de minas, proprietários agora processados e com bens bloqueados. O que na verdade houve? Muitos questionamentos etc, no armazenamentos do produtos encontraram produtos nocivos à saúde provocando uma espécie de envenenamento mantando a pessoa em 72 horas. 

O mistério continua, cheira sabotagem, mas de quem? Funcionário revoltado com algo? Muito difícil imaginar, alguém em sã consciência, sabotar produtos de consumo, provocando a morte de um ser humano, não podemos acreditar nisso. Com certeza acidente, ocasionado involuntariamente no processo de resfriamento etc. Mas, aguardemos o resultado das instituições. Mas o alerta, quem pode saber que a saborosa "loirinha gelada", que bebemos pode ter algo que faça mal, ninguém pode dizer, deixar de consumir, rsrsrs ninguém vai. Por que? Confiam na marca que toma há anos, mas até que provem o contrário.

Uma pesquisa da Kantar Worldpanel apontou que o consumo de cerveja cresceu no último ano no Brasil. Em 2018, a bebida era consumida em 62,3% dos domicílios brasileiros, percentual que subiu para 62,7% no ano passado e para 63,4% neste ano, já no primeiro mês, o levantamento considera o período de 12 meses terminados em 31 de dezembro.

Também foi registrado aumento no volume levado para casa. Neste ano, foram 4,5 litros, contra 4,4 litros em 2018 e 4,2 em 2019, o desembolso médio com o produto subiu de R$ 286, há dois anos, para R$ 342, em 2020, quer dizer o consumo está subindo e nesse mês de Carnaval, com certeza vai dobrar. Esperamos que a mais famosa bebida do Brasil não traga mais mortes. Agora para isso não acontecer...se beber não dirija, porque também as estatísticas provam, bebida, pode matar sim, não por bactérias mas sim, no trânsito, em família, em discussões, e entre paredes com pessoas alcolizadas e violentas. Que Deus proteja a família, que cada dia que passa está mais em perigo!

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